Enquete

Publicado: julho 25, 2011 em Uncategorized

A Bordes, uma grande livraria de Washington, resolveu fechar suas lojas físicas para atuar somente no mundo virtual, via internet. Além dessa loja estão na lista de fechamento todas as suas 300 e tantas unidades.

Após esse fechamento e relembrando o encerramento de dois jornais impressos no Brasil (Jornal do Brasil e o Estado do Paraná), questiono a vocês:

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comentários
  1. As grandes lojas, que diversificam e vendem mais que livros, como a Cultura, a Saraiva e a FNAC, certamente vão continuar, mas as de bairro, por exemplo, vão acabar ou manter-se como papelaria ou tipografia, com serviços de xerox, fax etc. Se se diz que o livro de papel tende a acabar, é de imaginar que, antes que acabe, se fechem as livrarias nos moldes que prevaleciam há dez anos ou mais. É possível que o livro em livraria tenha uma sobrevida com os didáticos, ou que a livraria tenha sobrevida pelos didáticos. Mas em situação que tende a modificar-se sempre – e sempre em prejuízo da livraria “pura”, se é que isso ainda existe.

  2. Acredito que num futuro bem próximo, 3 a 5 anos teremos pouquíssimas livrarias. O progresso chegou e com ele e o desmatamento, então para preservarmos teremos de partir para o ebook. Isso vai ocorrer tbm com os computadores de mesa. A cada ano os celulares virão com mais tecnologia para suibstituir os computadores e assim reduzir espaços.

  3. Sirlaine Fernandes disse:

    Adriane, eu acredito que no Brasil as livrarias irão fechar sim, mas a longo prazo. Isso porque ainda temos no mundo didático algumas pessoas presas ao método de ensino tradicional. Outro motivo também é porque no mundo dos paradidáticos o mais interessante para os leitores é ter os livros (em papel) para serem devorados quando há tempo. Nossa internet intável também é um fator que conta muito para a recusa de alguns. Espero ter colaborado.

  4. athayde disse:

    Amigo meu mandou e-mail com site disponibilizando 305 livros grátis. É só clicar pra ler ou imprimir. Alguém já ouviu falar de alguém que lê livro no monitor do computador? Ou que quando faz uma viagem leva o notebook pra ler um livro? Ou leva o notebook pra beira da piscina? Aí, se você quiser fazer uma anotação, marcar uma passagem, baixa o Acrobat? Quá-quá-quá. O que sai mais barato: eu imprimir a Divina Comédia ou comprar o livro pronto, bonitinho, ilustrado e tudo mais. O livro em papel, assim como as revistas, nunca vão acabar. Imagine os salões de cabeleireiros, salas de espera de tudo quanto é atividade, disponibilizando computadores pros seus clientes “lerem” Ti-ti-ti, Cabelos, Veja, IstoÉ. Viva o mundo eletrônico. E viva o impresso!
    Athayde

  5. Rita Moraes disse:

    Concordo plenamente com o Athayde, o livro impresso tem o seu apelo. Eu mesma gosto do livro físico, para levar onde quiser. O computador traz um cansaço visual e isso acho difícil mudar. A não ser com o uso de outros apetrechos tecnológicos. Ou seja, mais e mais complicações.
    Então, o velho, simples e bom livro sempre terá seu lugar.
    Rita Moraes

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