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Nas conversões de livro que tenho feito para o formato ePub, o Sigil tem me atendido muito bem no quesito de edição do código CSS. Porém, ao receber um livro de Contabilidade Tributária, cheio de razonetes, tabelas de todos os tamanhos, imagens, diversos estilos diferentes de parágrafos e um prazo curtíssimo (dois dias) para um montante de 200 páginas, pensei: “preciso de algo mais prático”.

O livro estava em .doc, então lembrei do Calibre. Já tinha visto alguns comentários sobre esse software, mas não o tinha usado ainda. Até tinha ele instalado na minha máquina, há algum tempo, e resolvi usá-lo.

Abri o Calibre, adicionei o livro e mandei converter… já passava-se mais de uma hora e nada de converter o dito… então cancelei e fui dar uma olhada com mais carinho no arquivo.

O arquivo que eu tinha (em doc) estava com vários probleminhas técnicos do tipo: imagem branca para cobrir o cabeçalho de um capítulo novo (que é isso? E as quebras de seção?). Tive que caçar as imagens brancas e excluí-las. Algumas outras imagens, muitas tabelas de vários tamanhos… em fim, apliquei os estilos de títulos para gerar o TOC adequadamente e voltei ao Calibre.

Não resolveu muita coisa. Coloquei para converter e fui almoçar, quando voltei, já havia se passado quase duas horas e o livro ainda não tinha sido convertido!

Foi a minha primeira experiência com o Calibre e não sei se era o arquivo do livro ou se o software é devagar mesmo, mas confesso que não fiquei feliz com essa demora.

Enfim, após pouco mais de 2 horas o livro foi convertido.

As tabelas ficaram completamente deformadas, os razonetes viraram um monte de números perdidos no texto, as imagens desapareceram e alguns caracteres foram identificados pelo Calibre como interrogação! Uma “maravilha”. Ah! o TOC não foi gerado corretamente, gerou outros links que não tinham nada a ver com os estilos que apliquei…

Mas o pior não foi isso, o pior foi o lixo que o Calibre gerou no código de CSS! Fiquei abismada, onde já se viu gerar um CSS com mais de 10.000 linhas? Isso mesmo, 10 mil linhas! Além de CSS externo o Calibre ainda gera alguns CSS dentro de cada XHTML, para complicar um pouco mais a situação!

Resultado, não pretendo mais usar o Calibre não, para mim ele foi um perfeito gerador de lixo. Agora preciso de tempo para limpar a sujeira e aplicar os estilos parágrafo a parágrafo, bem como formatar as tabelas no muque e dar forma novamente aos razonetes… Ah, calro além de fazer o TOC manualmente, o que é realmente trabalhoso, qualquer delize e ele não funciona mesmo.

O pequeno detalhe é que o cliente tem pressa, muita pressa…

Acho que teria sido melhor copiar e colar do Word no Sigil… Talvez tivesse dado mais certo.

Vivendo e aprendendo. Convertendo e aprendendo!

Ultimamente tenho várias coisas diferentes passando ao mesmo tempo pela minha mente… Fico pensando em minha casa, que estou construindo, penso no futuro da minha filha e penso também no meu futuro.

Justamente por pensar no meu futuro que quero, agora no presente, estudar mais, conhecer mais, aprender mais, sempre pensando e ter mais uma nova, e ótima, oportunidade de crescimento… As vezes parece em vão, as vezes parece que estou no caminho certo…

Com tantas incertezas rondando minha cabeça vou fazendo tudo o que posso, da melhor forma possível.

E, após refletir sobre meu retorno ao estudo dos vários assuntos que tenho como opção para o meu desenvolvimento, agora tenho certeza: eu sou dessa chamada “Geração Y”! Olha que eu até proporia ser chamada de “Geração W”, visto que demonstra mais ramificações, se observarmos o desenho da letra (hehehe).

Brincadeiras a parte, percebi que sou dessa geração devido aos diferentes temas que tenho buscado aprender no momento. Além de sempre fazer várias atividades ao mesmo tempo.

Vejamos:

No momento estou cursando uma pós graduação em Linguística com ênfase em revisão de textos. Em paralelo estou pesquisando assuntos relacionados à lei do direito autoral e sua atualização, para engordar o material que estou preparando para ministrar um curso de extensão (que foi um pouco adiado).

Não tão ativa, mas como boa observadora, entrei em um grupo de discussão sobre o e-book e suas tendências. Além disso ando de olho em quais e-readers estão surgindo no mercado e tentando entender mais dessa “doidera” do livro digital. Estou curiosa para saber quais serão os novos identificadores que serão inventados para controlar a cópia e reprodução descontrolada que estamos tão acostumados na vida, só que dessa vez de livros digitais.

Gostaria de continuar antenada nas linguagens de programação, porém no momento estão um pouco de lado, afinal sou uma só! Em tempo: sou doida por linguagens de programação, já estudei C++ e Java… e tudo começou com o HTML  o XML… é, eu sei, estas duas não são de programação,mas a culpa foi delas.

Além disso, quero postar os desenhos da minha filha no blog relacionando-os com a fase de desenvolvimento dela (garatujas e as outras classificações que existem para cada fase). Isto ainda terei que estudar para relacionar corretamente, está na minha lista de atividades.

E, mais recentemente, ando de olho em cursos para minha atualização na área de Gestão da qualidade, estratégias e ferramentas de gestão. Ishikawa e companhia lá vou eu desembolsar um grana com vocês… já que financiamento da parte interessada parece quase impossível no momento. Também estou em grupos de discussão sobre esse tema, para ficar ligada nas novidades que possam surgir na área.

Por isso questiono: ainda há dúvida que sou da Geração Y? Aquela dos nascidos nos anos 80, ligada nas novas tecnologias, na Sociedade da informação e do conhecimento? Ao que tudo indica, não (é nasci em 81).

Além de brincar de fazendeira na farmville do Facebook (acho que esse sim é meu passa tempo no momento…) junto com a Kakauzinha, claro, que é a razão da minha vida e me incentiva a buscar essas e outras realizações.

Adriane, borbulhando idéias na cabeça…